sexta-feira, 1 de abril de 2011

Floriano, minha aldeia poliédrica.

Cravada na grande curva do rio Parnaíba, esta é a minha aldeia

Aldeia, aldeia, aldeia de pedra, aldeia. / Semeia, semeia, sementes de ferro, semeia.

Lembrando o poeta amarantino, aquele que cantou o azul das serras de São Francisco do Maranhão, a terra de meu perdido amor perdido no vórtice do tempo, a minha aldeia é o céu, se há um céu sobre a terra....

Fico a cismar: se eu tenho alma, se ela é imortal, com certeza Deus vai permitir que a minha sombra permaneça por aqui.

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